Depois de San Diego e Big Bear Lake, a terceira parada da minha roadtrip pela Califórnia foi pra um lugar localizado um pouco fora do estado: Las Vegas! 

Esse destino foi o último que decidimos colocar no roteiro, inclusive. Afinal, os preços das diárias dos hoteis em Las Vegas costumam ser bastante caros, principalmente no final de semana. Mas, no meio de uma pesquisa rotineira, encontrei uma promoção MA-RA-VI-LHO-SA de duas diárias no Stratosphere Casino Hotel & Tower e não pensamos duas vezes em reservá-lo. Então aqui vai uma ótima dica pra você que pensa em ficar poucos dias em Vegas sem gastar muito: procure por diárias no meio da semana, de preferência entre os dias de terça e quinta!



Como chegamos de noite e meio cansados da longa viagem San Diego – Big Bear – Las Vegas (sim, fizemos essa rota em um dia!), decidimos jantar pelo hotel e aproveitar pra conhecê-lo — afinal ele é IMENSO! Logo na entrada do hotel, demos de cara com um cassino gigantesco que ocupa a maior parte do Lobby. Apenas no canto direito havia a recepção, e por trás, os elevadores para os quartos e alguns restaurantes (INCLUINDO STARBUCKS!!! ♥). Ali era sempre bem movimentado, não importava a hora, sempre tinha muita gente jogando nas maquininhas. Confesso que fiquei receosa em jogar e não arrisquei por motivos de: tenho muito azar com jogo hahahahahahaha.

No meio do cassino, há escadas rolantes que te levam até um piso superior onde podemos acessar um andar ainda maior que funciona como uma espécie de shopping, cheio de lojas e restaurantes deliciosos. Jantamos em um mexicano e olha: aprovadíssimo!!! Lá também há um hall para a compra de bilhetes pra alguns brinquedos que se localizam no topo da torre (SIM, AQUELA TORRE GIGANTE ALI EM CIMA!!!). Parecem assustadores, mas eu queria muito ter ido neles, pena que sempre que eu passava pela frente o guichê estava fechado :( No topo da torre também há um observatório e um restaurante 360°, e até pensamos em jantar por lá (mesmo morrendo de medo dos preços das comidas kkkkk), mas infelizmente (ou seria Deus ajudando a não falir?) a fila de espera já estava bem cheia. Foi aí que optamos pelo mexicano.



#OOTD NO CASSINO, HAHAHAHAHA
Apesar de não conseguir a reserva do restaurante, descobrimos que, por sermos hóspedes, tínhamos livre acesso ao observatório no topo da torre, e então decidimos ir até lá pra conhecer. Melhor escolha da vida, pois a vista é incrível! A torre do Stratosphere é o ponto mais alto de Vegas, e de lá de cima dá pra ver todas as luzes da cidade <3




No dia seguinte, acordamos cedo, tomamos café da manhã na IHOP, e fomos às compras. Deixamos pra visitar a Las Vegas Strip, a mais popular e movimentada avenida da cidade, durante a noite, porque a vista é definitivamente melhor. Mas antes de comprar, fomos até a famosa placa do "Welcome To Fabulous Las Vegas", e passamos pela Strip no caminho, pra a gente conhecer um pouquinho.





Na volta, estava tudo certo pra irmos à Las Vegas Strip, mas o inesperado aconteceu: não achamos locais pra estacionar por perto, e o nosso hotel era um pouco longe de toda a parte principal, então não dava pra ir andando (até dava, na verdade, mas não quando se tem 3 crianças junto ao grupo rs). Acabamos desanimando e fiquei super triste por não vivenciar a melhor parte de Vegas, mas já que estávamos ali, demos uma volta na avenida, de carro mesmo, e aí aproveitei pra tirar algumas fotos.

 


Depois do pequeno rolê de carro, voltamos ao hotel pra comer, arrumas as malas e dormir, afinal no dia seguinte voltaríamos pra Los Angeles bem cedinho. Ainda tava bem triste e fiz até a linha Maria do Bairro/Canceriana/Drama Queen e subi sozinha pro observatório pra ficar lá vendo as cidade de cima, refletindo na vida e pensando porquê diabos eu estava tão perto, mas tão longe de conhecer um lugar. A coisa que mais me frusta numa viagem é querer conhecer muito um lugar e só ver de longe, ou nem ir. Fiquei sem show da rainha Britney (SIM, EU IA!!!!!!!), sem baladinhas, sem conhecer os hotéis temáticos por dentro, sem show das águas da fonte do Bellagio, e sem beber a raspadinha de álcool que é super famosa por lá. E essa não foi a única vez que isso aconteceu durante essa viagem, mas isso é história pro próximo post.

Espero muito poder voltar em Vegas no futuro e curtir cada cantinho não explorado da cidade, principalmente na Strip. Mas enfim né, enquanto este dia não chega, aguardem a quarta parte da roadtrip!

Com amor,
Steph.



Eis aqui mais uma TAG do projeto maravilhoso Bloggers Out And About. Inicialmente, era um dos temas de blogagem coletiva do mês de junho, mas como tivemos uma pausa nas postagens justamente nesse mês, e como eu ainda tô voltando aos poucos, o post ficou pendente e teve que sair só agora. Mas é aquele ditado né: vamos fazer o que? O que vale é a intenção hahahahahahaha.

A TAG é super interessante e funciona da seguinte forma: Há 10 situações diferentes na qual devemos escolher um lugar, em qualquer lugar do mundo, já visitado ou não, em que realizaríamos essas ações. Como vocês já sabem, eu não sei brincar, então há alguns itens em que não consegui escolher apenas um lugar, mas enfim, vamos às respostas!

1. TOMAR UM CAFÉ


Qualquer Starbucks do mundo, com certeza! Quem me conhece sabe o quão louca eu sou por essa cafeteria. Toda vez que visito uma nova, tento provar alguma coisa diferente e acabo me apaixonando ainda mais hahahahahaha. Além disso, o clima do lugar é incrível. Não apenas pelo wifi gratuito e mega rápido, juro! Mas o ambiente é super confortável e tem um cheiro tão maravilhoso que até dá vontade de morar ali dentro <3

2. PASSEAR AO AR LIVRE


Pra mim, o melhor lugar do mundo pra se fazer um passeio ao ar livre é o Central Park, em New York: o lugar é imenso, cheio de esquilinhos super fofos e a cada passo ganhamos uma vista mais incrível que a anterior. Quando eu fui pra lá, era inverno e o vento frio tava impossível, mas deve ser demais passar uma tarde de verão/primavera deitada na grama só observando toda a beleza maravilhosa que a mãe natureza nos proporciona — e ainda no meio de uma cidade enorme!

Mas, sendo um pouquinho patriota, e amando principalmente a minha cidade, também voto na Barra, um bairro daqui da minha cidade, Salvador. Há um calçadão enorme, na beira da praia (maravilhosa!), onde as pessoas caminham, fazem exercícios, e andam de bike, patins e skate. A vista é muito linda, principalmente pela presença de um dos principais pontos turísticos da cidade, o Farol da Barra. Também é um dos pontos mais bonitos para se apreciar o pôr do sol, que eu sou apaixonada. Quem vem pra cá com certeza não pode deixar de conhecer esse lugar, sério <3

3. BEBER COM OS AMIGOS


A resposta dessa tinha que ser a sede principal do Spring Break, né gente? Cancún é, sem dúvidas, o melhor lugar pra se curtir com os amigos. Não sou 100% do team alcohol, mas as bebidas desse lugar são muito bem elogiadas, e eu não duvido não (olha só esses bons drinks dessa foto, minha gente!!!). Além disso, a cidade é repleta de entretenimento, seja na praia lindíssima ou nas baladas mega famosas. Com certeza essa viagem renderia muitas histórias inesquecíveis!

4. NUM ENCONTRO ROMÂNTICO


Sem querer ser clichê de filmes e videoclipes, mas Santa Mônica, na Califórnia, seria o lugar ideal para um encontro romântico. Imagina você e o/a crush indo ao píer, começando  o passeio no parque de diversões, depois trocando uns beijos na roda gigante, em seguida assistir ao pôr do sol, juntinhos, e sentados nessa areia super fofa, e por último jantar em um dos restaurantes caseiros que existem ali perto... Aiii, é de suspirar, viu?

5. VER ARTE

Escolho Paris por ser referência mundial em arte, e a Grécia por eu ser apaixonada por toda a sua história e cultura. Com certeza são dois lugares em que eu faço super questão de visitar cada museu, palácio e ruína. É uma fonte riquíssima em conhecimento e vale muito a pena mergulhar nela.

6. COMER


Claro que não tinha uma opção única para a comida, né mores? Mas sim, três! Hahahahahaha. A cozinha italiana, japonesa e mexicana são as minhas preferidas de todo o mundo, então são lugares onde eu me esbaldaria na comida e voltaria rolando pra casa. Apenas.

7. APRECIAR A PAISAGEM
 
As duas vistas mais lindas que eu já presenciei em toda a minha vida foi a da Costa Californiana, mais especificamente um trecho de rodovia beira-mar chamado Big Sur, e a do Top Of The Rock Observation Deck, em New York. Eu faria questão de pegar um carro e dirigir horas só pra parar em um ponto da rodovia e observar o quão lindo é a paisagem ao meu redor. O mesmo vale pro segundo: quando eu o visitei, no 70° andar do Rockefeller Center, e vi toda a Manhattan (e mais!), incluindo o Empire State e o Central Park, eu me peguei pensando que facilmente passaria um dia inteiro sentadinha ali, observando toda aquela paisagem inacreditável. É lindo demais.

8. FAZER COMPRAS


Mais uma vez sendo brasileira e clichê, escolho Orlando, nos Estados Unidos, para o centro das minhas compras. Mas não é por mal não, é que foi nessa cidadezinha no meio da Flórida que eu fiz as melhores compras da minha vida! Ok que o dólar ajudava bastante na época (sdds R$ 1,64), mas eu nunca tinha achado tanta coisa maravilhosa assim, seja em roupa, eletrônicos e até comida! Eu definitivamente voltaria pra lá apenas pra torrar todo o meu dinheirinho hahahahahahaha.

9. PRA BALADA


Vegas é O paraíso das baladas, sem mais! A cidade inteira é voltado pro entretenimento e tem a noite mais agitada do mundo. Pelo pouco que presenciei de lá (aguardem o próximo post!) cada cantinho desse lugar tem um show, balada ou cassino rolando. É impossível ficar entediado ali, gente!

10. FICAR SOZINHA

Eu votaria super na minha cama, mas vamos responder isso direito, né? Não penso duas vezes em dizer que eu A-DO-RA-RIA ficar sozinha por New York, não é a toa que ela é a minha primeira opção de um intercâmbio. Seria bem emocionante explorar sozinha cada cantinho da cidade, conhecendo tudo o que não vi da primeira vez que estive por lá, sem pressas e preocupações. Just chillin'. Hahahahahaha é muito amor por essa cidade, gente! ♥♥♥

E vocês, aonde iriam fazer tudo isso? Me contem nos comentários!

Com amor,
Steph.



Olá, coisinhas lindas dessa minha vida! Como vocês estão? Com saudades da Rafa?!

Como vocês devem saber (ou não), eu voltei da Europa no finalzinho de junho e até hoje sofro com uma depressão pós-Europa. Mas o que pode ser melhor pra curar essa saudade do que relembrar o comecinho da minha viagem com vocês?

Bom, como expliquei no post anterior, eu entrei na Europa por Lisboa, em um voo da TAP. Então, nada mais justo do que começar as minhas primeiras impressões pela primeira parte da viagem: O voo.


Eu, do fundo do meu coração, não recomendaria a TAP para ninguém. Entretanto, ela foi a melhor opção pra mim. Por quê?

Pontos positivos: Eu ODEIO passar muito tempo em aviões. E a maioria dos trajetos SSA-DUB duravam cerca de 21h, com mil e uma escalas. E o voo SSA-LIS tem duração de 8h. Ou seja: Era perfeitinho pra mim, que queria passar pouco tempo dentro de um avião. O preço também é bem em conta, raramente você vai achar um voo SSA-LIS pela TAP que custe mais de 2.400 reais. As refeições servidas também são muito boas, e os comissários de bordo eram super gentis e atenciosos.

Pontos negativos: O voo é bem desconfortável. Além do pouquíssimo espaço dentro da aeronave, a TAP não dispõe de muitas opções de entretenimento: Você não tem a opção de escolher o que você vai assistir. A TAP oferece apenas uma quantidade limitada de canais, com uma programação própria. Quase uma TV aberta! O mesmo acontece com os canais de música, você escolhe uma estação e ouve uma "playlist" escolhida pela TAP, que se repete a cada 1h. UM SACO!

Bom, pousando em Lisboa, após as 8h de um voo super desconfortável, descobri que não sou muito fã dos portugueses. Talvez eu estivesse cansada demais ou acostumada demais com a receptividade dos brasileiros, mas achei os portugueses muito mal educados e grosseiros. Alguém mais que já foi a Portugal também achou isso?

AEROPORTO DE LISBOA | FOTO: FLICKR
O Aeroporto de Lisboa também não é lá dos melhores: É pequeno, difícil de achar uma tomada e, como eu disse, as pessoas eram muito grosseiras quando eu precisava de alguma informação. Pra quem está viajando pela primeira vez e sozinho: Não recomendo.

Pra completar essa experiência maravilhosa (hehe), um cara da imigração ainda me parou e me pediu pra abrir minha mala. Tirou TODAS as minhas roupas de dentro e me fez mil perguntas. Entendo que era o trabalho dele, mas eu já estava tão exausta de tudo que esse foi o ápice da minha péssima experiência em Portugal.

Após esperar 5h pelo voo que me levaria para Dublin, finalmente embarquei para o meu destino final, pela IBERIA, com uma pequena escala em Madrid. Como era um voo "doméstico", a aeronave era menor e não tinha muito conforto, Mas, honestamente, achei mais confortável que a aeronave da TAP. Como vocês podem perceber, eu tive muitos problemas com Portugal hahahaha — mas prometo que no último post da série eu venho contar coisas maravilhosas sobre Lisboa que só descobri na volta!

Assim como o de Lisboa, o aeroporto de Dublin também é pequeno e não possui muito pra oferecer. Como passei correndo nas duas vezes em que estive lá, talvez eu tenha deixado algo passar. A imigração foi super tranquila, eles pediram os documentos básicos exigidos e foram super gentis!

FOTO: GOOGLE
Dublin oferece MUITAS opções pra quem deseja se deslocar do Aeroporto para o centro — ou até mesmo para outras partes da cidade. Além da linha de ônibus (o famoso ônibus n° 16) que levam até o centro, existem opções como o Aircoach que funciona 24h. Além disso, diversos brasileiros anunciam transfers pelo Classificados Dublin, e eles cobram algo em torno de 20 euros (mais do que isso pra mim é absurdo, haha). Quer saber mais sobre o assunto? O E-Dublin tem um post completinho sobre como ir do aeroporto para o centro de Dublin.

Ao chegar em Dublin, sozinha, estressada e meio perdida, optei por pegar um táxi, já que não conhecia NADA da cidade. Hoje eu vejo o quanto poderia ter economizado se eu fosse um pouquinho menos insegura. No trajeto Aeroporto – Dublin 2 (parte sul do centro, onde ficava localizado o meu primeiro hostel) paguei 20 euros. Na época, isso valia quase uns 90 reais. Ou seja: MUITO caro pra quem planejava economizar.

Logo no caminho pude sentir aquele friozinho (e não só na barriga, haha) e pude observar a área mais afastada da cidade, já que o aeroporto fica há uns 13km do centro. As casas eram TODAS IGUAIS e a cidade tinha uma aparência meio cinza, já que Dublin é definitivamente a cidade da chuva. Ou seja: Foi desamor a primeira vista! HAHAHA.

PS.: Antes que vocês fiquem com alguma dúvida sobre "primeiro hostel" e "segundo hostel", vou explicar o que aconteceu: Eu cheguei em Dublin no dia 18 de maio, e minha reserva no "segundo hostel", que seria o hostel onde eu passaria o resto do mês, só começava no dia 23 de maio. Ou seja: Precisei reservar minhas 5 primeiras diárias em Dublin em um Hostel diferente.

Kinlay Hostel
Então, o primeiro Hostel em que fiquei hospedada foi o Kinlay, localizado na Lord Edward Street, Dublin 2. O ponto alto desse Hostel com certeza foi a localização! Ele ficava pertinho do centro, quase do lado do Temple Bar e era do lado de uma das minhas ruas favoritas em Dublin: A Dame Street! (meu coração fica em pedacinho todas as vezes que olho essas fotos). Não é um Hostel maravilhooooso, mas pelo preço (110 euros por 5 dias), era limpinho e quase confortável. 

Eu dividi um quarto com mais 5 pessoas nesse hostel. Pra mim, que nunca precisei dividir quarto, os dois primeiros dias foram horríveis. Longe de casa, com pessoas que eu nunca tinha visto na vida, em uma cidade que NUNCA FAZIA SOL, sem internet, sem Google Maps – e, consequentemente, sem muito o que fazer – eu ficava boa parte do tempo dentro do quarto. Sim, eu cheguei muito bobinha e vocês precisam me perdoar, porque foi a minha primeira viagem internacional E a minha primeira viagem COMPLETAMENTE SOZINHA!

AQUELE SOL DE TODOS OS DIAS HAHAHAHAHAHA

Chorei nas minhas duas primeiras noites lá e morria de vontade de voltar pra casa. Eu nunca tinha passado tanto tempo longe do conforto da minha casa, pensava que não ia conseguir ficar tanto tempo longe da minha família. (Acreditam nisso??? QUE LOUCA!) Mas acabei conhecendo pessoas MARAVILHOSAS nesse Hostel, me apaixonei pela Dame Street, por tudo que consegui conhecer desse pedacinho de Dublin e por uma pessoa em especial.

"O quê??? Você se apaixonou no meio do seu intercâmbio?"
Dam dam dam dam: Isso é assunto pros próximos posts! Hahaha.

FOTO: GOOGLE

Bom, voltando pra Dame... ela tem uma quantidade absurda de restaurantes e pubs e, como eu ainda não sabia dos paranauê da cozinha no hostel, nesses 5 primeiros dias acabei fazendo todas as minhas refeições na rua. Gastava em média uns 8 euros por dia (o que pra mim era um absurdo), mas dava pra comer direitinho.

Também nos primeiros dias precisei comprar um chip, já que a internet do hostel não era das melhores, e não é muito fácil encontrar free wi-fi nas ruas de Dublin. Escolhi o chip da 3 (Three), que era a operadora que quase todo mundo usava (E QUE TINHA INTERNET ILIMITADA, EU DISSE I L I M I T A D A, ~ILIMITADA~ hahahahaha), além de ligações gratuitas para a mesma operadora. Paguei 20 euros pelo plano e foi o dinheiro mais bem gasto da minha vida. Até rotear pro notebook pra assistir minhas séries na Netflix eu conseguia! (ALÔ ANATEL, AJUDA A GENTE!!!)



Feita a compra do chip, tudo ficou muuuito mais fácil pra mim: Basicamente virei a melhor amiga do Google Maps e pude explorar cada pedacinho do centro, das regiões mais afastadas e descobrir coisas maravilhosas sobre a cidade que foi o meu lar por um mês inteirinho.

E aí? Querem saber como foram as duas primeiras semanas do meu intercâmbio? Como foi o começo das aulas e quais foram as minhas "paixões de intercâmbio" na Ilha da Esmeralda? Aguardem os próximos posts! Tenho muita coisa pra contar e muitas fotos maravilhosas pra compartilhar aqui!

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Um beijão,
Rafa Torres.